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AMY TECNOLOGIA

Inventário e identificação

Inventário patrimonial e identificação de ativos com RFID

Levantamos fisicamente cada bem, aplicamos uma identificação que resiste ao ambiente e devolvemos uma base de ativos conciliada — pronta para o sistema de gestão que a empresa já usa.

O problema

O que costuma estar quebrado antes de começar

  • A base não bate com o chão

    O sistema registra bens que não existem mais e ignora equipamentos em uso há anos. Decisões de compra, seguro e depreciação partem de um número errado.

  • Cada inventário recomeça do zero

    Sem identificação padronizada e sem histórico por ambiente, o levantamento seguinte repete todo o esforço do anterior.

  • A conferência item a item consome a equipe

    Ler etiqueta por etiqueta, digitar e conferir manualmente transforma um inventário de rotina em um projeto de meses.

  • Ninguém registra quando o ativo muda de lugar

    A movimentação entre setores acontece todo dia, mas não fica gravada em lugar nenhum — e a próxima busca começa do zero.

O que entregamos

Escopo de trabalho

  • Levantamento em campo

    Equipe percorre os ambientes com aplicativo próprio, registrando bem, estado de conservação, ambiente e responsável, com foto associada. Funciona sem conexão e sincroniza depois.

  • Identificação e etiquetagem

    Definição do tipo de etiqueta por material e ambiente: placa de patrimônio, QR Code ou tag RFID UHF. Metal, superfície fria e área externa pedem soluções diferentes.

  • Leitura RFID em massa

    Antenas e coletores leem muitas tags por segundo, sem contato e sem linha de visada. O inventário de uma sala inteira acontece em uma passagem.

  • Conciliação físico-contábil

    Cruzamento entre o que foi encontrado em campo e o que consta na base cadastral, com tratamento item a item de sobras, faltas e divergências.

  • Portais e pontos de passagem

    Leitores instalados em portas e corredores registram automaticamente quando um ativo entra ou sai de um ambiente, formando um histórico contínuo.

  • Integração com o ERP

    A base conciliada volta para o sistema de gestão pela API disponível ou pelo layout de importação que ele aceita — sem trocar de sistema.

Como funciona

Do diagnóstico à entrega

  1. 1

    Diagnóstico da base atual

    Analisamos o cadastro existente, o volume de itens, os ambientes envolvidos e o que o ERP precisa receber de volta.

  2. 2

    Definição da identificação

    Testamos etiqueta e leitura no material real do cliente. Tag que não responde em metal não serve para o inventário, por melhor que seja a especificação.

  3. 3

    Levantamento em campo

    A equipe percorre os ambientes por turno e setor, com o aplicativo operando offline e sincronizando quando volta à rede.

  4. 4

    Conciliação e tratamento

    Sobras, faltas e divergências são tratadas item a item, com evidência fotográfica associada a cada decisão.

  5. 5

    Entrega e integração

    Base final, relatórios por ambiente e responsável, e importação no sistema de gestão da empresa.

Tecnologias envolvidas

  • RFID UHF
  • Antenas e portais
  • Coletores móveis
  • QR Code
  • Aplicativo Android
  • Plataforma web
  • APIs e integrações

Onde se aplica

  • Patrimônio público
  • Indústria
  • Hospitais
  • Instituições de ensino
  • Logística
  • Varejo
  • Energia

Perguntas frequentes

O que perguntam antes de contratar

Qual a diferença entre placa de patrimônio, QR Code e RFID?

A placa identifica visualmente. O QR Code precisa de leitura item a item, com a câmera apontada para cada bem. O RFID UHF lê por rádio, sem contato e sem linha de visada, muitos itens ao mesmo tempo — é o que muda a ordem de grandeza do tempo de inventário. As três podem conviver no mesmo projeto, cada uma onde faz sentido.

RFID funciona em equipamento de metal?

Sim, desde que a tag seja específica para metal. Tags comuns coladas em superfície metálica praticamente não respondem. Por isso testamos a leitura no material real antes de definir o modelo e a quantidade.

Preciso trocar meu sistema de gestão?

Não. O trabalho termina com a base conciliada no formato que o seu ERP aceita, por API ou por arquivo de importação. O sistema continua sendo o mesmo.

Dá para inventariar sem parar a operação?

Sim. O levantamento é organizado por ambiente e turno, e o aplicativo de campo funciona offline — não depende da rede da unidade nem de acesso ao ERP durante a coleta.

Soluções relacionadas

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Transforme sua operação física em dados inteligentes.

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