Inventário e identificação
Inventário patrimonial e identificação de ativos com RFID
Levantamos fisicamente cada bem, aplicamos uma identificação que resiste ao ambiente e devolvemos uma base de ativos conciliada — pronta para o sistema de gestão que a empresa já usa.
O problema
O que costuma estar quebrado antes de começar
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A base não bate com o chão
O sistema registra bens que não existem mais e ignora equipamentos em uso há anos. Decisões de compra, seguro e depreciação partem de um número errado.
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Cada inventário recomeça do zero
Sem identificação padronizada e sem histórico por ambiente, o levantamento seguinte repete todo o esforço do anterior.
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A conferência item a item consome a equipe
Ler etiqueta por etiqueta, digitar e conferir manualmente transforma um inventário de rotina em um projeto de meses.
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Ninguém registra quando o ativo muda de lugar
A movimentação entre setores acontece todo dia, mas não fica gravada em lugar nenhum — e a próxima busca começa do zero.
O que entregamos
Escopo de trabalho
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Levantamento em campo
Equipe percorre os ambientes com aplicativo próprio, registrando bem, estado de conservação, ambiente e responsável, com foto associada. Funciona sem conexão e sincroniza depois.
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Identificação e etiquetagem
Definição do tipo de etiqueta por material e ambiente: placa de patrimônio, QR Code ou tag RFID UHF. Metal, superfície fria e área externa pedem soluções diferentes.
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Leitura RFID em massa
Antenas e coletores leem muitas tags por segundo, sem contato e sem linha de visada. O inventário de uma sala inteira acontece em uma passagem.
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Conciliação físico-contábil
Cruzamento entre o que foi encontrado em campo e o que consta na base cadastral, com tratamento item a item de sobras, faltas e divergências.
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Portais e pontos de passagem
Leitores instalados em portas e corredores registram automaticamente quando um ativo entra ou sai de um ambiente, formando um histórico contínuo.
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Integração com o ERP
A base conciliada volta para o sistema de gestão pela API disponível ou pelo layout de importação que ele aceita — sem trocar de sistema.
Como funciona
Do diagnóstico à entrega
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1
Diagnóstico da base atual
Analisamos o cadastro existente, o volume de itens, os ambientes envolvidos e o que o ERP precisa receber de volta.
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2
Definição da identificação
Testamos etiqueta e leitura no material real do cliente. Tag que não responde em metal não serve para o inventário, por melhor que seja a especificação.
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3
Levantamento em campo
A equipe percorre os ambientes por turno e setor, com o aplicativo operando offline e sincronizando quando volta à rede.
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4
Conciliação e tratamento
Sobras, faltas e divergências são tratadas item a item, com evidência fotográfica associada a cada decisão.
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5
Entrega e integração
Base final, relatórios por ambiente e responsável, e importação no sistema de gestão da empresa.
Tecnologias envolvidas
- RFID UHF
- Antenas e portais
- Coletores móveis
- QR Code
- Aplicativo Android
- Plataforma web
- APIs e integrações
Onde se aplica
- Patrimônio público
- Indústria
- Hospitais
- Instituições de ensino
- Logística
- Varejo
- Energia
Perguntas frequentes
O que perguntam antes de contratar
Qual a diferença entre placa de patrimônio, QR Code e RFID?
A placa identifica visualmente. O QR Code precisa de leitura item a item, com a câmera apontada para cada bem. O RFID UHF lê por rádio, sem contato e sem linha de visada, muitos itens ao mesmo tempo — é o que muda a ordem de grandeza do tempo de inventário. As três podem conviver no mesmo projeto, cada uma onde faz sentido.
RFID funciona em equipamento de metal?
Sim, desde que a tag seja específica para metal. Tags comuns coladas em superfície metálica praticamente não respondem. Por isso testamos a leitura no material real antes de definir o modelo e a quantidade.
Preciso trocar meu sistema de gestão?
Não. O trabalho termina com a base conciliada no formato que o seu ERP aceita, por API ou por arquivo de importação. O sistema continua sendo o mesmo.
Dá para inventariar sem parar a operação?
Sim. O levantamento é organizado por ambiente e turno, e o aplicativo de campo funciona offline — não depende da rede da unidade nem de acesso ao ERP durante a coleta.
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