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AMY TECNOLOGIA

Produto e engenharia

Desenvolvimento de hardware e dispositivos IoT

Quando nenhum produto de prateleira resolve, o caminho é construir. Projetamos o dispositivo, escrevemos o firmware, escolhemos o rádio adequado ao alcance e ao consumo, e entregamos o aplicativo e a plataforma que fecham o ciclo do dado.

O problema

O que costuma estar quebrado antes de começar

  • O produto de que você precisa não existe no catálogo

    Ou existe, mas com metade das funções, o dobro do custo por unidade e nenhuma possibilidade de integrar com o resto da operação.

  • A escolha do rádio decide o projeto inteiro

    Alcance, consumo, custo por nó e infraestrutura necessária são compromissos entre si. Escolher errado no começo custa uma reengenharia depois.

  • Protótipo que não sobrevive ao campo

    O que funciona na bancada encontra poeira, vibração, temperatura, interferência e usuário real. É outro problema de engenharia.

  • Hardware sem software é metade da solução

    Um dispositivo que gera dado e não tem para onde mandá-lo não muda nada na operação. O aplicativo e a plataforma fazem parte do produto.

O que entregamos

Escopo de trabalho

  • Prototipagem eletrônica

    Montagem do conceito com módulos e sensores, evolução para placa própria quando o volume, o tamanho ou o consumo justificarem.

  • Firmware sob medida

    Desenvolvimento em ESP32 e plataformas equivalentes, com atenção a consumo, robustez, atualização remota e comportamento na falta de rede.

  • Escolha e validação do rádio

    BLE, LoRa, Wi-Fi, NFC ou UWB conforme alcance, consumo e infraestrutura. A decisão é validada no ambiente real, não no datasheet.

  • Sensores e wearables

    Integração de sensores inerciais, ambientais e de identificação, incluindo formatos vestíveis quando o dado precisa acompanhar a pessoa.

  • Aplicativo Android

    Aplicativo de campo para configurar, ler e operar o dispositivo, com funcionamento offline e sincronização posterior.

  • Plataforma, APIs e nuvem

    Recepção, armazenamento e visualização dos dados, com API para que outros sistemas consumam o que o dispositivo produz.

Como funciona

Do diagnóstico à entrega

  1. 1

    Definição do problema e dos requisitos

    O que precisa ser medido, com que frequência, por quanto tempo, em que ambiente e a que custo por unidade.

  2. 2

    Arquitetura e escolha dos componentes

    Microcontrolador, sensores, rádio, alimentação e mecânica. Aqui é onde os compromissos do projeto ficam explícitos.

  3. 3

    Prova de conceito

    Um protótipo que prova a parte incerta do projeto — normalmente o rádio, o consumo ou a leitura do sensor no material real.

  4. 4

    Firmware e integração

    Firmware definitivo, aplicativo e plataforma conversando entre si, com o tratamento de erro que o campo exige.

  5. 5

    Validação em campo e preparação para escala

    Unidades em operação real, correção do que aparecer e documentação necessária para produzir em volume.

Tecnologias envolvidas

  • ESP32
  • BLE
  • LoRa
  • Wi-Fi
  • NFC
  • UWB
  • Sensores inerciais
  • Aplicativos Android
  • Edge e nuvem
  • APIs e integrações

Onde se aplica

  • Indústria
  • Energia
  • Esportes
  • Cidades e ambientes inteligentes
  • Gestão de instalações

Perguntas frequentes

O que perguntam antes de contratar

Vocês fabricam em escala?

Nosso trabalho vai do conceito ao dispositivo validado em campo, com a documentação necessária para a produção. A fabricação em volume é feita com parceiros de manufatura, com o projeto na mão do cliente.

Como escolher entre BLE, LoRa, Wi-Fi e UWB?

Pelo que o projeto precisa entregar. BLE serve para curta distância e consumo muito baixo; LoRa cobre quilômetros com pouquíssimos dados e bateria longa; Wi-Fi entrega banda alta e depende da infraestrutura existente; UWB é para medir distância e posição com precisão. Na prática, muitos dispositivos usam mais de um.

Quanto tempo leva um protótipo?

Depende do que precisa ser provado. Um conceito montado com módulos existentes e firmware sob medida costuma ser questão de semanas. Uma placa própria, com sensores específicos e consumo otimizado, é outra escala de projeto. A primeira conversa serve justamente para separar as duas coisas.

De quem fica o projeto e o código?

Isso é definido em contrato, antes de começar o desenvolvimento — não é um ponto para se descobrir no fim do projeto.

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